Espaço Mira
Mira Forum
Carregar Eventos
  • Este evento já decorreu.

Cinema Expandido: teoria, prática e curadoria

22 Nov, 20181 Dez, 2018

Desde as últimas décadas do século XX, a crescente ubiquidade das tecnologias digitais e a convergência entre estas e o cinema, tem permitido às criações artísticas constituídas por imagens em movimentos reinventarem-se em novos formatos, estéticas e abordagens. Através de um diálogo dinâmico e nem sempre convencional com outras artes e media, o cinema reconfigurou-se, abriu-se ainda mais à experimentação e expandiu-se para espaços de exibição menos tradicionais.
Neste sentido, o grupo europeu científico CCVA – Cinema and Contemporary Visual Arts e o centro de investigação i2ads – investigação em Arte, Design e Sociedade – da Faculdade de Belas Artes da UP, em colaboração com o espaço MIRA, apresentam a exposição “Cinema Expandido: teoria, prática e curadoria”.
Nesta exposição participaram artistas portugueses e estrangeiros, onde apresentaram obras que exploram a materialidade das imagens digitais, quer através da reconfiguração de materiais analógicos, como é o caso da película de cinema e de slides de 35mm, quer recorrendo a imagens puramente digitais que questionam noções de privacidade e de controlo, como é o caso de imagens captadas por câmaras de vídeo vigilância e de drones, ou webcam do computador.
A exposição inaugurou no dia 22 de Novembro, às 17:00, com uma sessão de artist talks pelas 18:00, e prolongou-se até dia 1 de dezembro, na Galeria Mira – Artes Performativas

* imagem da capa – Adrian Palka

Obras e autores em exposição

– Visions of a Colonial Past , Daniel Kulle

Os documentários sobre o passado são confrontados com um problema ontológico fundamental: como construir uma visão adequada do passado, a ser experimentada pelos espectadores, combinando, ao mesmo tempo, material heterogéneo do passado e do presente, documentos de texto, fotos ou filmes? O problema torna-se ainda mais pertinente, quando as imagens usadas são inscrito com “olhares” historicamente racistas ou orientais.
Os realizadores de documentário experimental abordaram esse problema elaborando artisticamente a delicada relação entre a fotografia e a imagem em movimento, presente e passado, usando técnicas de colagem e montagem, desvio, desfamiliarização, abstração e através de complexas relações imagem-som.
Através de um trabalho em construção, Daniel Kulle apresenta um estudo de caso para falar sobre as diferentes estratégias possíveis para trabalhar com fotografia no cinema. O trabalho em construção é um documentário experimental sobre a história colonial da Universidade de Hamburgo, abordando problemas fundamentais de visualidade, olhar colonial e o papel do filme (e deste filme em particular) para desconstruir esse olhar. Apresentam-se aqui diferentes estratégias de polifonia (visual e auditiva) para contextualizar, desconstruir e criticar imagens históricas em documentário experimental.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1qdsPbnHVhKdX61OTduCwH9JVrb78zGj-
https://drive.google.com/open?id=1zLuMgiMmyEuVLrDqb7cVYR7oyssPdm_o
https://drive.google.com/open?id=1V5JVY5dIBELfj5bGFiWuYN0QWSnGe45W

Daniel Kulle
Daniel Kulle é um realizador e investigador de Hamburgo. são Os seus filmes mais recentes são: The Taming (curta-metragem experimental, 6min, 2017), In deiner Haut (Na tua pele, curta-metragem, 28min, 2016), NoFace (curta-metragem experimental, 6min, 2015). Além de realizador, Daniel é também investigador sendo as suas principais área de interesse estética digital / pós-digital, cinema queer, cinema experimental e estudos de produção. As suas publicações mais recentes são: Zur Ästhetik der filmischen Bewegung. Action als Tanz (Sobre a estética do movimento cinematográfico. Action as Dance, 2015). Raus aus den Toiletten, refira-se ao Straßen. Öffentlichkeit und Gegenöffentlichkeit in der Westdeutschen Schwulenbewegung der 1970er Jahre (Fora dos sanitários, para as ruas. Público e contra-público no movimento gay germano-ocidental dos anos 70, 2015); DIY-Cinema. Alternativa Erfahrungsräume im Kino (DIY-Cinema. Alternativa de Experiência dos Espaços no Cinema, 2014).

– Passageiros, de Mariana Sardon

‘Passageiros’ transporta a história imaginária de uma rapariga real, embora desconhecida, através de fotografias perdidas e encontradas em diferentes lugares e dimensões temporais.
Este trabalho reflete o prazer de descobrir e ver fotografias, com a consciência de que se tratam de imagens pessoais, separadas dos seus referentes e distantes no tempo. Não se procura ir ao encontro da verdade que encerram mas sim das novas imagens que sugerem.
A partir da descoberta de diapositivos de 35 mm dos anos 60, que representam viagens de pessoas desconhecidas, construiu-se uma sequência narrativa que por um lado recorre à sobreposição de imagens e se expande na projeção óptica e por outro explora os limites da manualidade mecânica do projetor, através da manipulação da focagem.
Capturado em suporte digital, o filme documenta em plano fixo, o ritmo e a incerteza de uma projeção de slides manual, através de captura de imagem e som diretos.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1v05ZapX9bIYW4i8JaDor-Q9PMv6kaB0b
https://drive.google.com/open?id=11RsNv3s8SkZen4KbUpwrEDVd8jn6SqFM
https://drive.google.com/open?id=1IOlqOQ30UYAiwD9KkYGdPJjebfdU2QKr
Mariana Sardon (Porto, 1990) é licenciada em Tecnologia Multimédia pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) e mestre em Música Interativa e Design de Som pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). Desenvolve projetos na área da fotografia, vídeo, multimédia e áudio DIY, procurando novas relações entre o analógico e o digital, desenvolvendo instrumentos audiovisuais alternativos para a sua utilização em contextos de Performance e Instalação.

– Sete Retratos de Perfil, de Cesário Alves

Num texto de 1971, Hollis Frampton (1936-1984) propôs-nos que uma fotografia é simplesmente um frame isolado retirado do ‘cinema infinito’. Mesmo que como processo técnico tenha aparecido primeiro a fotografia não deixa de ser filha do cinema. Recuperando a representação do retrato de perfil em silhueta, imagina-se o ‘desejo ardente’ dos proto fotógrafos antes de inventar as condições para a ilusão do movimento.
Imagem: https://drive.google.com/open?id=0B4JJPczGbFp9YTJsdFNmYUpaWGhKay02UEVIRVdReFJnbmZV
Cesário M. F. Alves
Vila do Conde, 1971
URL: cesarioalves.net
Estudou fotografia na Escola Superior Artística do Porto, na Aula do Risco em Lisboa e na Escola de Arte & Design da University of Derby, no Reino Unido. Como doutorando na University of Derby investiga o universo da fotografia vernacular e as suas apropriações na arte contemporânea. Lecciona nos cursos do DAI / ESMAD / IPP, Porto.

– Where Am I, de João Leal

Uma cartografia em movimento do local de trabalho de um artista. Subindo e descendo, sem se mover ao redor. A “ordem” resultante da organização formal (o plano de zênite, a organização de nove “janelas” sempre que aparecem em simultâneo na imagem) e a enorme quantidade de informação que permite observar os vários planos com um alto nível de detalhe, contrasta com o “distúrbio” resultante da desorganização inerente à área da Asprela onde o filme foi gravado.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1U16UpjLj6CYa-Wm68fB7b1vn5gU-mYaQ
https://drive.google.com/open?id=1yCsBgpY5kAE-mWbqlAYTG-59_kSfyOgs

– I’m not there, de João Leal

A ausência de um artista não significa que ele não esteja lá.
O estúdio de design londrino The Workers, ganhou o prémio IK em 2014 com o projeto intitulado “After Dark”. Este projeto permitiu que pessoas de todo o mundo visitassem a Tate Britain durante a noite, controlando um robô (através de uma aplicação web) no conforto das suas casas.
Ao participar nesta experiência, o autor assumiu o controlo de um robô a partir do seu sofá no Porto, em Portugal, e fez um “passeio” de treze minutos numa galeria no interior da Tate Britain. O objetivo era evitar a onipresença de obras de arte, enquanto procurava por detalhes insignificantes do espaço da galeria.
Estar ausente implica não ter a experiência plena do lugar ou evento. Mas isso não é per si algo negativo. Desconhecer é um estímulo criativo e um campo aberto para a construção mental pessoal. O som é o elemento principal do contexto alternativo construído para estas imagens.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1Ckj2_tVIaiqJdjapX0pG1Dg-AY-IPPVt
https://drive.google.com/open?id=1i5EqJTOqOByrI1hHX1BF0jphmc4gSREK
https://drive.google.com/open?id=1rIaOpLk3oqv2a7AVlx_4PkZzTBpmVvZm

João Leal
Artista e professor. Participa em exposições individuais e coletivas desde 2001. As suas obras tanto usam imagens fixas como em movimento, bem como som, e são apresentadas em exposição em diversos formatos de projeção e instalação. Os seus principais interesses enquanto artista são os princípios de estrutura (e suas múltiplas conotações), a dicotomia “proximidade / distância” e as formas de ocupação do espaço de exposição. Em 2005 venceu, ex-aequo, o prêmio “Pedro Miguel Frade”, do Centro Português de Fotografia, com o trabalho “Ordem Noturna”.
É doutorando da Universidade de South Wales em ligação com o European Centre for Documentary Research. Licenciado em Tecnologia da Comunicação Audiovisual no Instituto Politécnico do Porto, com especialização na área de Fotografia. Trabalhou nos Teatros Nacional São João e D. Maria II, na RTP e “Casa da Música”. É Professor Assistente em tempo integral no Departamento de Artes da Imagem da ESMAD | P.Porto.

– Sobre a Noite Cósmica, Adriana Romero e Joana Patrão
Um corpo navega por águas cósmicas. Recupera neste gesto um imaginário mitológico da criação no qual o Universo (e a Terra) se forma a partir de um líquido primordial, capaz de conter todas as coisas.
O corpo criador representa-se nos vários planos: rompem-se as águas, iniciando uma viagem sem fim; ele propaga-se a partir de um centro – simultaneamente centro de si e centro do universo. Em pequenos gestos funde-se o líquido com o corpo e da terra modela-se o mundo. As duas existências deste corpo/criação interpenetram-se, transbordam de uma para a outra.
O umbigo representa o centro do universo, que ora se cria através de uma explosão cósmica e silenciosa, ora percorrendo os rios primordiais no dorso de uma serpente (como nas antigas lendas amazónicas e hindus), ora ainda como ovo cósmico, que contém em si toda a matéria.
Entre a imensidão cósmica e os limites do corpo, surge o ímpeto criador, enquanto o tempo mantém a sua infinita repetição, um tempo circular.
* este trabalho foi desenvolvido com o apoio de GNRation/ Fundação Bracara Augusta.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1yfnWzHgzu0KtAjeZtd22nidnSW7i5IfX
https://drive.google.com/open?id=1Og1sGLtugnsfETX1nPddpx26Wp3FSViS
https://drive.google.com/open?id=1h8rGMO9B3UQm4HpngM11ReZsXvFHFyRf
https://drive.google.com/open?id=1vpKHYJ04h4_SPPS87wqt2jQ0NhbUve_1

Adriana Romero e Joana Patrão
Adriana Romero e Joana Patrão desenvolvem trabalho conjunto desde 2016, cruzando vídeo, instalação, desenho, escultura. Destaque para “Monte Olimpo” (2016) e “Sobre a noite cósmica” (2017).
Adriana Romero expôs em vários espaços/eventos. Foi artista residente nos “Laboratórios de Verão – GNRation” e “À deriva”. Realizou o filme “Vale”, co-realizou o “Cantata no. 4 de Bach” e “Carta aos Músicos”. É membro da equipa de “O Bando de Surunyo”. Licenciada em Artes Plásticas pela FBAUP e Música pela ESMAE. Fez ERASMUS no Conservatori Liceu, Barcelona. Frequenta o mestrado em Cinema e Televisão, na FCSH-UNL.
Joana Patrão expõe regularmente desde 2014, destacam-se: “Incerta desambiguação”, Galeria Zaratan, Lisboa; “Sobre a noite cósmica”, GNRation; “Immersion”, ADD.Lab, Finlândia; “sem”, Galeria Painel, Porto. Artista residente em “Laboratórios de Verão – GNRation”, Feinprobe Honigsüss 7 (Alemanha) e “Adaptations – Utö” (Finlândia). Mestre em Pintura (2016), pela FBAUP, foi estudante Erasmus+ na Aalto University, Finlândia.

– S5 – in the drivers cab of history, Adrian Palka
A instalação “S5 – in the drivers cab of history” usa projeção de found footage na perspetiva de um plano subjetivo um maquinista de uma viagem de comboio entre Strausberg Nord, no extremo leste de Berlim, até Charlottenberg, no centro-oeste de Berlim. Filmado num dia de neve no início dos anos 90, o filme mostra cidades icónicas no limite da transformação histórica envoltas numa atmosfera poderosa de calma misteriosa.
Este filme é o trabalho de Thomas Justus, trabalhador dos caminhos-de-ferro, maquinista e cineasta, que chegou às mãos de Adrian Palka, durante uma viagem de pesquisa a Berlim. O simples ato de desligar o som das imagens transformou o filme numa meditação sobre Berlim no início dos anos 90.
O objetivo artístico do projeto passa por produzir uma peça audiovisual colaborativa de sonorização das imagens do filme, baseando-se nas relações pessoais dos artistas com as paisagens e atmosferas congeladas no filme naquele exato momento histórico, que pode ser recompensado impressionisticamente para criar uma colagem audiovisual ao vivo da viagem. Isso envolveu a colaboração de 11 artistas / músicos diferentes, alguns dos quais são colaboradores próximos com uma história de prática colaborativa, mas muitos deles nunca se haviam encontrado e juntaram-se para produzir o trabalho final.
A produção do S5 trouxe questões de confiança, inspiração partilhada, métodos de produção dispersos, múltiplos resultados, sobreposição de ligações de artistas e mesmo a participação dos espectadores neste complexo processo de produção. O S5 tem sido exibido em vários locais internacionais incluindo, Herbert Art Gallery, Coventry, Stockwell Studios, Londres, Museumsnacht, (Friedicianum), Kassel, Alemanha, Institut fuer Alles Andere, Berlim, Manege Festival de arte experimental e performática, São Petersburgo Rússia.
colaboradores: Mary Armstrong (voz) Lol Coxhill (saxofone), Rolf Gehlhaar (eletrónica) Thilo Krygar (violoncelo) Hallam Lewis (guitarra) Frank Moon (oud) Valeri Schjerstjanoi (poesia fonética).
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1ZUmhb1zpvTWct0FTZYZRroaaoBjFDQdG
Adrian Palka
Adrian Palka é professor sénior da Escola de Media e Artes Cénicas da Coventry University. O seu trabalho recente concentra-se na sobreposição de projeções de som e imagem no trabalho memorial. Isso inclui a instalação “Bark and Butterflies”, (www.palkadairies.com), “Iron Curtain” 2014/2017 (ironcurtain.coventry.ac.uk) e a curta-metragem para o Leeds City Museum, intitulada “Exile to Leeds 6”. ”
Estas peças empregam projetores no desempenho e instalação específicos do local, que exploram o potencial da imagem projetada portátil para interrogar o espaço e a memória. Recentemente, Palka diversificou os seus interesses de investigação para explorar o uso pedagógico da prática de projeção portátil na exploração da história urbana, em conjunto com o Laboratório de Investigação de Media Disruptivos da Coventry University, e a HTW, Berlim. Adrian aborda estes temas em publicações, tais como Ecos Digitais (Cdare), Práticas de Projeção (Além da Tela) e em “Medias Situes” para as Edições Sorbonne.
Os interesses de investigação de Adrian passam também por teoria e prática de performance / instalação interdisciplinar; política cultural da Europa Central e Oriental do século XX e Memória Diaspórica / Memória Pós-Memória / Exílica.

– self portrait as a job interview – self appearance in precarious times, Madalena Miranda
Este é um projeto online experimental de documentário expandido, através de um acumular de fragmentos pessoais. A proposta de um auto-retrato digital, ou dos seus autorretratos plurais, invoca o paradoxo entre a aparência do Self e o retrato fragmentado de uma multidão. Estamos perante, portanto, um auto-retrato digital, um desempenho solitário, frente ao ecrã digital, que tenta moldar o teatro do eu a formatos contemporâneos, numa relação íntima com o objeto total que é o computador pessoal.
Tal como numa entrevista de emprego, onde, no momento de interação, surgem conflitos entre eficácia e verdade, intimidade e competição, vulnerabilidade e sucesso. Como no mundo do trabalho atual, existe um jogo de poder sem o poder de jogar, enquanto ser humano. Uma sala de espera precária, do latim percem “dependente da oração de alguém”.
Este projeto pretende recolher uma performance pessoal insubordinada de entrevistas de emprego, para descortinar a aparência de uma vida precária, como imagem digital, como um eu digital.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1qaVu2k0X4VCSJLWQEozG_M2zk61Yo5xp
https://drive.google.com/open?id=1en3ym_XfY6v17nWWtDfDnJPd-pqd24Cg
https://drive.google.com/open?id=1sxfTdIld_u7uK6AYaWomhsaZARsOrEPr
https://drive.google.com/open?id=1dvqqbe4FsDbCCBmQ_G3K6RZl_Ji5c1zk
https://drive.google.com/open?id=1B7ANHqUZAjED3DtAm7Hj0e-bFAqxIag7

Madalena Miranda
Madalena Miranda é uma documentarista portuguesa, que vive e trabalha em Lisboa. É licenciada em Ciências da Comunicação, mestre em Antropologia e é atualmente Doutoranda em Media Digitais, com especialização em Criação Audiovisual e Conteúdos Interativos na Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, com bolsa da FCT / UT Austin Portugal, sob a orientação de João Mário Grilo. Realizou vários documentários e filmes de ficção. Os seus filmes foram selecionados em vários festivais, tais como Les Screens Documentaires, IndieLisboa, DocLisboa or Oberhausen Film Festival.

– Film Drops 2, James Snazell
Duas tiras de filme celuloide, em poliéster transparente, são usadas em sequência com gotas de leite. No material é também adicionado corante vermelho através de uma pipeta científica, em loop. Uma vez o leite seco confere ao material uma aparência orgânica irregular, uma dança animada através da projeção em dupla camada.
Imagens:
https://drive.google.com/open?id=1b0nq_fpgQghdwFDb9CebjZwzy9rtgmtG
https://drive.google.com/open?id=1L7KzHjZ36O_ATI2ANnlxCk4V5KdHcsP7
James Snazell
Artista e Professor. É mestrando (MRes) em prática criativa na Universidade de Westminster, em Londres e Professor Sénior de “Animação” e “Cinema e TV” na Edge Hill University, em Lancashire.


Rua de Miraflor, 155,
4300-334 Campanhã, Porto

terça a sábado,
15:00 às 19:00


miraforum@miragalerias.net
929 113 431 / 929 145 191