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A PROBABILIDADE DO ENCONTRO
Concerto pela Orquestra Nacional Moderna
MIRA Galerias | MIRA FORUM
Evento
22.11.2025
A Probabilidade do Encontro:Um encontro Musical
DIA 22 Nov. às 17h
Voltamos ao lugar onde tudo começou, onde o som ainda se cola às paredes, onde as notas ressoam como ecos dos primeiros instantes. Cada cadeira parece reconhecer os nossos corpos, cada estante guarda o sopro de antigos ensaios. Regressamos não como quem retorna, mas como quem reencontra algo de íntimo. É mais do que um espaço, é um ventre que nos viu nascer rodeado de acordes tímidos, crescendo em harmonia e coragem.
PROGRAMA
Jota (Tradicional Mirandesa)
Oblivion/Astor Piazzolla
Prelúdio/F. Chopin
Written in the Stone/Ólafur Arnalds
Palladio/Karl Jenkins
Romanza Quartière/Ennio Morricone
A Minha Casinha/António Melo
Cinema Paradise/Lista de Schindler/Ennio Morricone/John Williams
Youkali/Kurt Weill
Valsa nº 2/D. Shostakovitch
Orquestra Nacional Moderna em parceria com as MIRA Galerias
Apoio: República Portuguesa | cultura, juventude e desporto /DgArtes
Nota Biográfica
A ORQUESTRA NACIONAL MODERNA é um ensemble, de natureza clássica, constituído
por 22 músicos profissionais. Os aspetos mais interessantes deste ensemble são, por
um lado, o seu repertório eclético, constituído por obras desde o barroco à
contemporaneidade, assente num alinhamento de surpresa, a configuração do modelo
de concerto (público no meio dos músicos), a presença de uma narradora-personagem
e a abertura de cada concerto com uma obra mirandesa para Gaita de Fole e Orquestra.
O repertório através da sua sonoridade reflete, um pouco, o caráter efémero de uma
qualquer performance em que o som emerge do silêncio, avassala-o e enche-o, para na circunstância seguinte desaparecer. Mas também, a configuração de concerto se afasta da tradicional exibição, criando-se pontos de rutura no seu desenvolvimento,
surpreendendo os públicos e, desta forma, evitando rotinas, pois se produzirão
circunstâncias que se cruzam e ondula, por emoções raras. Os públicos, porque se
sentam entre os músicos, alargam a dimensão da escuta. Assim, abre-se o leque de
ofertas artísticas, reinventam-se novos objetos de fruição, que geram novas apetências
e evocam outras emoções.
Trata-se de um projeto que se destina a intervir nos territórios, valorizando canais de
participação e de experimentação. Ele orienta-se para o desenvolvimento do panorama musical; para a sensibilização e promoção de um diferente conceito de repertório; assegura a participação de jovens músicos profissionais, enriquecendo-os nas suas identidades artísticas; permite novas experiências de direção de orquestra; forma novas redes de públicos; alarga as iniciativas em parceria.
Entre os nossos projetos, destacam-se “Os Concertos nas Aldeias de Lamego e Vinhais”,
“O Concerto Improvável em Bragança”, “Concertos em Igrejas” (Gondomar) “Música: um Largo onde cabem todos” (para a população em situação de sem-abrigo/Porto), “O
caminho das memórias” (Vila Nova de Foz Côa/25), “As minhas amadas cartas de amor” (em preparação). Para 2026 está em preparação o projeto de residência na ilha de S. Jorge/ Açores “As Imortais Ilhas Encantadas” e o projeto “A Família Bach:Música que cresce em casa”
É sempre a ideia de Festa da Música, no contexto de Música para Todos, que constitui a circunstância provocadora de toda a ação orquestral.
Para lá da atividade orquestral, a produção de textos sobre a reflexão orquestral e seu enquadramento, é uma atividade permanente, que contribui para o aperfeiçoamento das nossas intenções, em termos de configuração do concerto, construção de repertório e promoção de audiência.
Ficha Técnica:
Direção Artística – Fernando Costa
Direção Musical – José Paulo Freitas
Produção Executiva – Odete Correia
Assistente de Produção – José Miguel Gonçalves
Assistente Técnico – José Carlos Tavares