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EU SOU AQUELE QUE ESTÁ LONGE
Curadoria: Susana Chiocca
MIRA Galerias | Espaço MIRA
Exposição
10.01—21.02.2026
A exposição Sou aquele que estou longe, com curadoria de Susana Chiocca apresenta três artistas Edicleison Freitas, Hugo Leite e Thales Luz.
Os criadores centram a sua prática artística no corpo e a sua performatividade, trazendo uma reflexão pessoal, ritualizada e política em relação ao mesmo. As obras, que cruzam a imagem-movimento, a instalação, o som e a escultura, oferecem olhares diferenciados do deslocamento vivido seja espacial, matérico, espiritual e/ou identitário.
Nota Biográfica
Ed Freitas é artista visual e transdisciplinar nascido no Nordeste do Brasil. Seu trabalho articula performance, instalação, escultura e artes têxteis para investigar a Presença-Instalativa, conceito que desenvolve em seu doutoramento em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Usando fios, mantos e objetos sensoriais como dispositivos de memória e liturgia, constrói poéticas do corpo como arquivo vivo da ancestralidade. Vencedor do World Cultural Council Award (2022), Freitas apresenta obras que tensionam o sensível e o político, com atuação internacional em festivais, residências e exposições no Brasil, Portugal, França, Romênia, Alemanha e EUA. Integra sua prática com curadoria, docência e pensamento crítico no Ateliar Nuno Fonseca (Coimbra).
@ed_freitas
Hugo Leite nasceu em 1979 e é natural de Aveiro. É artista visual com projetos artísticos de performance para vídeo e fotografia. O seu trabalho aborda questões de identidade relacionadas com papéis de género, sexualidade, dialética do espaço, intimidade e trauma, investigando possibilidades de representação a partir de vivências, memórias e história pessoal. Possui Mestrado em Criação Artística Contemporânea pela Universidade de Aveiro. É aluno do doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Tem participado em exposições coletivas e individuais.
https://sites.google.com/view/hugoleite/hugo-leite
Thales Luz é artista brasileiro residente em Portugal. Doutorando em arte contemporânea (Universidade de Coimbra), mestre em artes (Universidade Federal do Ceará) e tem formação técnica em dança (Sesc/Senac, Brasil). Sua prática artística envolve uma implicação ritualística do corpo com questões ancestrais e espirituais, como os trabalhos Ossuário (2015), Exumação (2016), Cavalgada Selvagem (2018-2021), Figueira do Inferno (2021) e Casa do Diabo (2023), apresentados no Brasil, México e Portugal. @thales.luz