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Exposição coletiva

MIRA Galerias | Espaço MIRA

Exposição

28.02—4.04.2026

A exposição coletiva “?”, coloca em diálogo desenho, escultura, fotografia e instalação de Felícia Teixeira, João Brojo, Joana Peres, João Campolargo Teixeira, Mafalda Santos, Nuno Ramalho e Sérgio Leitão. Assentes no conceito de indeterminação, a exposição reúne criações que posicionam a obra de arte enquanto agente de pensamento crítico. Não apresentando certezas absolutas, verdades fixas ou causalidades lineares, as criações apresentadas interrogam e convidam o espectador a uma reflexão sobre o nosso tempo, sobre a invenção do real, onde o acaso, a incerteza e a complexidade são impulsores de questionamento.


Texto crítico / Folha de Sala: Leonor Guerreiro Queiroz

Áreas artísticas: Instalação, escultura, desenho, fotografia

Nota Biográfica

Felícia Teixeira (Vila Real, 1988) e João Brojo (Fundão, 1987) vivem e trabalham no Porto. Desde 2011 que desenvolvem trabalho em conjunto, tendo participado em várias exposições coletivas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Ao longo destes anos, apresentaram obras em espaços como a Fundação de Serralves, a Galeria Graça Brandão, o Espaço Mira e a New Jorg, na Áustria. Entre as suas exposições individuais, destacam-se Validity of a study (Galeria Painel, Porto, 2013), Almoço de Trabalhadores, O sol aceita a pele para ficar (Guimarães, 2016) e Yah (Espaço Mira, Porto, 2020).


Joana Peres é bailarina, coreógrafa e pesquisadora em danças africanas, com uma prática situada entre a dança, a performance e as artes visuais. Licenciada em Belas Artes – Pintura pela FBAUP (2002), desenvolve um trabalho que articula criação coreográfica, investigação corporal e reflexão crítica sobre arquivo, ritual, memória e transmissão de saberes. Em diálogo continuado com contextos da África Ocidental desde 2001, investiga o corpo como território político e espaço de resistência, cruzando movimento, imagem e som. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da GDA. Frequenta atualmente o Mestrado em Artes Visuais na ESAP e desenvolve a performance De Corpo Fechado.



João Campolargo Teixeira (Vila Real, 1994). Vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Escultura (2016) e concluiu o mestrado em Arte e Multimédia (2021) na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Participa regularmente em diversas exposições, destacam-se: XIV Simpósio Internacional de Arte do Feital, Feital (2016); O caminho que corre pelo silêncio com curadoria de José Maia e João Terras, Espaço Mira, Porto (2019); Ágora - Bienal de Arte Contemporânea da Maia com curadoria de José Maia, Maia (2021); Lovers com curadoria de Bárbara Bulhão e Fábio Colaço, Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2022); Havemos de ir ao futuro com curadoria de Helena Mendes Pereira e Filipa Leal, Zet Gallery, Braga (2022); Perguntas à Ficção com curadoria de Ana Cristina Cachola, MACE 15 Anos - Aqui Somos Rede, Elvas (2022); E Quando com curadoria de Felícia Teixeira e João Brojo, Maus Hábitos - Teatro Municipal de Vila Real, Vila Real (2022); Hammer Time, Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2022); Festival Micro Clima, SMUP, Parede (2023); Perspetiva 24 com curadoria de Helena Mendes Pereira e João Ribas, Fórum Cultural de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2023); Hammer Time, Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2023). A Liberdade ainda não chega em co-autoria com Felícia Teixeira e João Brojo, com curadoria de José Maia, Espaço Mira, Porto (2024). O futuro está em marcha em co-autoria com Felícia Teixeira e João Brojo, Projecto Pontes, Fundão (2024).; Random, Azan Contemporary art, Lisboa (2024).

Tem obra construída na sede das Águas do Norte, S.A., em Vila Real (2018), no Fórum da Maia, Câmara Municipal da Maia (2021) e no campus DSTGroup, em Braga (2022). Está representado em coleções privadas e públicas, destacam-se: Coleção Águas do Norte, S.A.; Coleção de Audiovisual Balaclava Noir; Coleção Câmara Municipal da Maia; Coleção João Luís Traça; Coleção DSTGroup.


Mafalda Santos é artista plástica e programadora.

Mantém um percurso expositivo em Portugal e no estrangeiro desde 2001.

Licenciada em Pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto.

Entre 2002 e 2007, foi programadora do espaço independente PêSSEGOpráSEMANA, no Porto.


Em 2007/2008, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação LusoAmericana para o Desenvolvimento (FLAD), realizou a residência artística Location One, em Nova Iorque. Selecionada para o Prémio EDP Novos Artistas 2007 e em 2005 para a exposição “7 artistas ao 10ºmês” na Fundação Calouste Gulbenkian.


Entre 2013 e 2018, geriu juntamente com Manuel Mesquita o programa de residências artísticas Moinho da Fonte Santa no Alentejo, em Alandroal. Responsável com Susana Gaudêncio pelo projeto Pessoa Colectiva, na organização de eventos e exposições desde 2012.


O seu trabalho encontra-se incluído nas coleções portuguesas de António Cachola, das Fundações EDP e Ilídio Pinho, Grupo RAR, Fundação PLMJ, Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal de Lisboa e Câmara Municipal do Porto e na Coleção de Arte do Estado Português.


Nuno Ramalho nasceu em 1975. Vive e trabalha no Porto. É licenciado em Escultura pela FBAUP (1999), possui um mestrado em New Genres pelo San Francisco Art Institute (2008), e é doutorado em Arte pela FBAUP (2020; e Goldsmiths, entre 2011 e 2016) . Desde 1999 que trabalha no campo das artes visuais, tanto individualmente como em colaboração com outros artistas, em áreas como o desenho, instalação, escultura, performance, som, vídeo e práticas curatoriais.

 

Participou em exposições individuais e colectivas em Portugal, Brasil, Espanha, Noruega, Reino Unido, Rússia, Estados Unidos da América e Alemanha. Em 2002 foi artista residente na Triangle France, em Marselha, França, e em 2004 foi um dos nomeados para o prémio EDP Novos Artistas. Bolseiro da Fulbright Comission/Fundação Carmona e Costa em 2006 e 2007, recebeu igualmente a Louise Woods Memorial Scholarship. Entre 2000 e 2005 colaborou com o Serviço Educativo do Museu de Serralves. A sua obra encontra-se representada em instituíções como o Estado Português, CAV, Novo Banco ou Fundação de Serralves, e em diversas coleções particulares.


Sérgio Leitão é licenciado em Artes Plásticas (ESAP) e doutorado em Artes Visuais (FBAPv/UVIGO). Participou no Programa Independente de Artes Visuais (MAUMAUS), Programa Gasthof (STÄDELSCHULE), Programas de Escultura / Fotografia (ARCO) e Videoarte (FUNDAÇÃO GULBENKIAN).

Projectos (selecção) realizados para VIAFARINI, EDICOLA RADETZKY e ACCADEMIA DI BRERA, Milão; MACRO _ MUSEO D'ARTE CONTEMPORANEA DI ROMA, Roma; PARALLEL VIENNA, Viena; BRNO HOUSE OF ARTS, Brno; VASARELY MUSEUM, Budapeste; PALAZZO BEMBO, no contexto da Bienal de Veneza, FUNDAÇÕES GAA, Leiden e ECC, Amsterdão; HGK, Karlsruhe; CENTERCOURT, Munique; KUB, Leipzig; MAGT, Atenas; IZOLYATSIA, Kiev; LLLLLL e NOTGALERIE, Viena; VILLA BELLEVILLE e CENT QUATRE, Paris ou WCAC, Cork. Bolsa Internacional FCT, 2009-13. Bolsa SHUTTLE para GLI ORATORI _ THE SPEAKERS, Veneza, 2019. A sua obra está representada em várias colecções públicas e privadas (MART, Rovereto/Tento; MACRO, Roma; VASARELY MUSEUM, Budapeste; FUNDAÇÃO ECC, Amsterdão; FUNDAÇÃO/ MUSEU DAS COMUNICAÇÕES, Lisboa, entre outras).

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