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FILHOS DO VENTO

Manuel Roberto

MIRA Galerias | MIRA artes performativas

Exposição

2.06.2018

 No tempo da guerra colonial, havia quem lhes chamasse portugueses suaves, agora há entre os ex-combatentes quem prefira filhos do vento. Mas os filhos de militares portugueses com mulheres africanas não conhecem esse nome poético. São filhos que os militares portugueses do tempo da guerra colonial deixaram para trás. Estas fotografias são da autoria do fotojornalista Manuel Roberto e fazem parte de duas reportagens inéditas divulgadas pelo jornal Público, da autoria de Catarina Gomes, com imagens-vídeo de Ricardo Rezende. A exposição esteve patente no MIRA artes performativas de 2 a 9 junho 2018. ::: Manuel Roberto Nasceu em Moçambique em 1965. Iniciou a sua carreira nos anos 1985, como fotógrafo de uma editora escolar, INDE, e em simultâneo como fotojornalista e colaborador permanente no semanário moçambicano Domingo. Em Portugal, trabalhou no Jornal de Notícias e no O Primeiro de Janeiro, antes de integrar em 1994 o jornal Público, onde permanece como fotojornalista e exerce a função de editor de fotografia. Participou em várias exposições colectivas. Expôs individualmente em 2015, no Cinema São Jorge, em Lisboa, o seu trabalho “Os Filhos do Vento” – Filhos de ex-combatentes da Guerra Colonial que ficaram em África e gostavam de conhecer os seus pais portugueses. Prémio Gazeta Multimédia, em 2013, atribuído ao trabalho “Filhos do Vento”, de Catarina Gomes, Ricardo Rezende, Manuel Roberto, Dinis Correia e Andreia Espadinha, um olhar original sobre a guerra colonial e os filhos dos ex-combatentes deixados para trás, sem nunca terem conhecido os pais. Uma reportagem que cruza diferentes meios com grande eficácia, num trabalho de equipa ao melhor nível do ciberjornalismo. Prémio Gazeta de Imprensa, em 2014, atribuído ao trabalho “A Guerra que Portugal quis esquecer”, de Manuel Carvalho e Manuel Roberto, uma série de reportagens históricas que resgatam do esquecimento o trágico confronto dos militares portugueses com as tropas alemãs, durante a I Grande Guerra, no Norte de Moçambique.

Nota Biográfica

Nasceu em Moçambique em 1965.

Iniciou a sua carreira nos anos 1985, como fotógrafo de uma editora escolar, INDE, e em simultâneo como fotojornalista e colaborador permanente no semanário moçambicano Domingo.

Em Portugal, trabalhou no Jornal de Notícias e no O Primeiro de Janeiro, antes de integrar em 1994 o jornal Público, onde permanece como fotojornalista e exerce a função de editor de fotografia.

Participou em várias exposições colectivas.

Expôs individualmente em 2015, no Cinema São Jorge, em Lisboa, o seu trabalho “Os Filhos do Vento” – Filhos de ex-combatentes da Guerra Colonial que ficaram em África e gostavam de conhecer os seus pais portugueses.

Prémio Gazeta Multimédia, em 2013, atribuído ao trabalho “Filhos do Vento”, de Catarina Gomes, Ricardo Rezende, Manuel Roberto, Dinis Correia e Andreia Espadinha, um olhar original sobre a guerra colonial e os filhos dos ex-combatentes deixados para trás, sem nunca terem conhecido os pais. Uma reportagem que cruza diferentes meios com grande eficácia, num trabalho de equipa ao melhor nível do ciberjornalismo.

Prémio Gazeta de Imprensa, em 2014, atribuído ao trabalho “A Guerra que Portugal quis esquecer”, de Manuel Carvalho e Manuel Roberto, uma série de reportagens históricas que resgatam do esquecimento o trágico confronto dos militares portugueses com as tropas alemãs, durante a I Grande Guerra, no Norte de Moçambique.

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